Feudalismo intelectual; confluência de gerações no trabalho e e-books

Eu não seria eu mesma se não colocasse aqui, publicamente, meus PARABÉNS à coluna de Cindy Leopoldo no periódico da PublishNews. Quinzenalmente ela escreve sobre temas editoriais e, esta quinzena, foi dedicada ao Coronelismo editorial. Se você também se irritou profundamente ao ouvir alguma(s) vez(es), na empresa em que trabalha(va), every day, a “explicação” de que “aqui é assim”, leia. Estou de pé, aplaudindo-a veementemente. Especialmente no que se refere à postura de certas empresas pequenas que, mirando-se nas grandes (as quais só precisam se preocupar em fazer livros, e pronto, nas palavras de Cindy) decidem não questionar antigos padrões de comportamento, tão repetidos ao longo da história e, geralmente, sem nenhum motivo razoável para suas existências. Tampouco se abrem ao que você, mero profissional das Letras, tem a oferecer não apenas no quesito “faça seu trabalho”, mas, sobretudo, no item “supere expectativas”.

Me pergunto o que seria de empresas como o Google, o Facebook, o Twitter e todas estas que simplesmente revolucionaram nosso modo de nos relacionar com o mundo e, inclusive, de trabalhar diariamente, se posturas como a do próprio moletom no trabalho – citado na belíssima carta aberta acima – não tivessem sido questionadas.

Open your mind, pessoas! E sim, eu sou das que AMAM os e-books. Fazer o que?

 

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