Busca do parceiro ideal por meio do gosto literário (?)

Certo dia, lendo em um dos blogs que “frequento” assiduamente um artigo que propunha a busca pelo parceiro ideal levando-se em conta seu gosto literário, deparei-me com o site Alikewise.com, que se propõe (sem custo) a procurar parceiros através dos livros que as pessoas leem.

Dizia o artigo: “O site pretende conectar corações solitários, sem cobrar nada, baseado nos livros favoritos das pessoas.” Além disso, convenhamos, livros são “um meio sólido para se iniciar uma conversa”, conforme afirma Matt Sherman, co-fundador do site. Ok, você deve estar pensando: vinhos também são um bom ponto de partida, assim como filmes e até astrologia… Enfim, pode-se conversar sobre praticamente tudo. Bacana. Mas, aqui, estamos focados no mundo dos livros, ok?

Ainda de acordo com o artigo mencionado, o site começou a operar em julho e já tem cerca de 1.500 usuários, entre homens e mulheres, e um dos livros que mais servem de “parâmetro” na busca de parceiros no site é O Grande Gatsby, de F. Scott Fitzgerald. Entre os autores que servem de trilha, o site detecta Kurt Vonnegut, George Orwell, Stieg Larsson, Chuck Palahniuk e Jane Austen.

Além deste, já existem outros locais na Internet para aqueles que amam livros e querem também amar alguém, como o The Passions Networks. Gratuito, o site funciona dentro de uma rede social e disponibiliza espaço para escritores (ou amantes da leitura) em busca de parceiros. Outro exemplo mencionado pelo artigo é o Atlas Shrugged, que mantém espaço para encontros virtuais entre os adoradores da escritora e filósofa Ayn Rand (1905-1982), uma das mais cultuadas pensadoras do século XX, um ícone da sua geração e que conta com milhões de “seguidores” ao redor do mundo. Michael Kelley (50), por exemplo, depois de dois casamentos fracassados, pensou que havia entrado no site para fazer buscas sobre a autora. Mas encontrou uma fervilhante admiradora de Rand e…

Particularmente, acredito que literatura possa ser um bom parâmetro para se começar a conhecer alguém. Mas nada substitui o encantamento que nenhuma tese filosófica/intelectual pode provocar. Comigo, pelo menos, o amor não tem sido “explicável” ultimamente…

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