I (love) IPad – the beginning

Há tempos eu estava devendo a este blogue um post com minhas impressões pessoais sobre meu querido “brinquedo” e instrumento de trabalho: IPad, da Apple. Decidi criar vergonha na cara, sentar nesta confortável cadeira e escrever logo sobre o assunto, antes que se torne obsoleto.

Vamos lá. Primeiramente eu preciso confessar que sequer sabia usar o dito cujo do ITunes (que, sinceramente, ao meu ver, ainda é meio primitivo no sentido de ter de se baixar o programa para utilizá-lo… hello! Em pleno século XXI??!!  Isso já está se tornando tão século XX… Enfim.). Aprendi a usá-lo com a ajuda de um tio (isso mesmo), criei minha conta, solicitei um cartão de crédito internacional (necessário) de uma livraria super amada por todos e, enfim, passei a ser uma pessoa tabletizada, semi-complexada (com o processo), mas feliz. Nem tudo foram flores, entretanto. Preciso narrar a experiência desde o começo:

Era uma aula de Economia Brasileira (talvez?) na GV-Berrini, em que se discutia justamente as mudanças da economia no Brasil e a provável substituição de certas profissões por outras. Inevitavelmente se falou do mercado editorial e de como, possivelmente, os livros eletrônicos entrarão para ficar em nossa história. Pois é. Eu e minha editora já apostamos nisso faz algum tempo. Voltando. De repente me deu os 5 min., e resolvi entrar no Mercado Livre para tentar encontrar, só por curiosidade, algum iPad. Encontrei, gostei e dei o lance. Menos de 10 minutos mais tarde, o dono do brinquedinho entrou em contato comigo, avisando que o leilão havia chegado ao final, e que o tablet era meu! Sabe a reação de uma menina de 8 anos que ganha a coleção completa da Barbie? Pois é… teria sido mais contida que a minha. (Outra coincidência: minha mais nova paixão estava, também, na região da Berrini, em Sampa.)

Quando ele chegou, minha primeira impressão foi a de que não se poderia fazer grandes coisas com aquela nova aquisição, sem o tal do iTunes. Fato. Comecei mesmo a usufruir do tablet há pouco tempo, embora já tivesse (e trabalhasse com) diversos e-books em meu computador.

Crianças, eu garanto: a satisfação é plena! Vale a pena. Além de controlar a luminosidade da tela e o tamanho da fonte (o que, convenhamos, num livro tradicional não dá), vc também pode fazer marcações e anotações, além do fato de que a experiência de leitura é extremamente agradável, simulando a virada de páginas de um livro comum. Fora isso: o bicho é fininho e cabe uma infinidade de livros lá dentro. Outro ponto: num mesmo aparelho, vc pode ler um livro enquanto escuta uma trilha sonora preparada por vc para acompanhar a leitura. Ok, isso não é essencial, e não funciona com todo tipo de pessoas misturar diversas áreas do cérebro em atividades diferentes, mas, para quem gosta, é bem prático.

Abaixo, um vídeo caseiro, feito bem às pressas com o celular, antes que eu baixasse todos os meus livros para minha biblioteca tabletiana.

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Para quem quiser saber mais sobre o assunto, sugiro esta matéria no Portal Cronópios, o blog da Stella Dauer, super bacana, além, é claro, da nossa recém-criada e já tão festejada ebookpedia. Sempre podem escrever para mim, também: beegalvao@gmail.com. E boa leitura!

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