Notas de Amor – no. 4

em

Este amor,
grave:
é necessário porque pesa
Não-consumados,
invisíveis,
os amores intocados
— de possibilidades infinitas —
florescem
sutilmente
à despeito de sanas mentes
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5 comentários Adicione o seu

  1. VeraBasile disse:

    Não é preciso bula pra te entender. É só entrar no seu espaço com o coração aberto…e isso é fácil, o meu está sempre escancarado..rs..
    O amor tem tantas caras, mas o q eu tentei passar só tem espaço na “infância da vida”. Acho q por ser puro….não sei, vou pensar..rsrs
    Beijo!!:)

  2. adelaide amorim disse:

    Muito bem expresso, Beatriz. E muito claro, o que por natureza é obscuro.
    Beijo e boa Páscoa.

  3. Beatriz Galvão disse:

    Vera e Adeiaide: obrigada pela visita.
    Às vezes não é fácil dizer o que se sente, mas vcs 2 tb são boas nisso.

    Veroca: o amor é sempre puro, a gente é que não sabe. E a “infância da vida”, como eu lhe disse, pode ser aqui e hoje 😉

    Beijo às duas.
    B.

  4. Sérgio Luyz Rocha disse:

    Oi, garota…tudo bom?
    Não acredito em amores completamente puros; os tenho na conta dos grandes cataclismas. Vai ver, foi por isso que me faltou o chão depois de ler seu poema…
    Quando reencontro o chão, pesa-me todo o resto…
    Viu só, dilatei-me…hehehe…

    Bjs!

  5. Niltinho disse:

    Mais uma pupila que foi dilatada.

    Me fez ver quase todos os meus amores a poesia, e até as paixões, que repentinamente, começaram a orbitar diante de mim.

    Parabéns é pouco, eu volto para ler mais depois.

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