lusco-fosso

em


A Toulouse Lautrec

esquiva-se
ao centro
O
tanto de dentr
O
–O tanto de tudO–

negar já
não
posso
rouge -lusco-
fosso fundo

desarrumada, azul, desarmada
minhalma deitada

(como com tantos já se deitara)

e
ao fundo
do (sub)mundo
(obliterado, imundo)
O
violino abafa a guitarra do peito
.

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2 comentários Adicione o seu

  1. Anana disse:

    amei esse poema!

    ah, quanto ao vídeo, pode usar sim, aliás, não só pode como deve.
    esse cara é muito bom, vê depois os outros vídeos dele no you tube!

    beijos!!

  2. Beatriz Galvão disse:

    Toulouse provoca isso: amor ou ódio. Bem difícil ficar indiferente…

    Pesquisei o cara e usei o vídeo aí em cima, vc viu? Muuuuito bom! Passei uma tarde toda dando risada dos vídeos dele no youtube. Pronto: virei fã.

    Beijos!!

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