Parágrafo do que acontece por aqui:

Agridoce: você roubou minha metade-crença, estrangulou meu quadril e fugiu.
Mas me mostrou que também posso esquecer.
… Somos (todas eus) mais que você, não esqueça …

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3 comentários Adicione o seu

  1. Vera Basile disse:

    Biaaaaaaaaaa!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
    Queria tb esquecer, eu e minhas “outras”..rsrs…
    bjos

  2. Às vezes dá vontade de fugir do corpo super-habitado, né Veroca? Muita “gente” falando coisas disparatadas ao mesmo tempo… E o silêncio fica, cada vez mais, para depois…
    Vontade de mandar todo mundo calar a boca. Mas com que boca???
    Nem dentro, nem fora, o mundo parece calmo e seguro. Haja vinho para agüentar…
    (E, quando não são nossas outras, tem sempre um indivíduo capaz de ferir nossa confiança, né? Alguém que a gente costumava amar, mas que, por um simples descuido – dele -, deixou de significar qualquer coisa para todas as nossas “eu´s”. Phoda!)
    Beijos!

  3. Vera Basile disse:

    Bia…é phoda mesmo, mas sei que tudo tem seu tempo, tempo de amar, tempo de esquecer, mas acima de tudo, tempo de viver, sempre!!!! No fundo não sei se por esquecimento ou por pura coragem, a gente sempre volta ao começo do ciclo: nos apaixonamos, vivemos um sonho e quebramos a cara. Isso é básico pra quem não tem medo de amar.
    Um grande beijo!!!

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