Tantas realidades

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Lembra-te dos inícios? As conversas longas, as risadas longas, as longas esperas por telefonemas, por novas promessas, por antigas palavras?
Lembra-te, ainda, dos caminhos grudados, dos segredos re-velados, dos carinhos buscados, dos beijos não-dados?
Sei que vais te lembrar daquelas juras de jamais esquecer; daquelas palavras de jamais se lembrar; das fantasias de jamais guardar…
A realidade, tão nua;
Minha carne, tão crua;
Tua palma, tão dura:
Verdades que apagam caminhos antigos.
Pesadas demais para dois bons e novos amigos.
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