Livro de Visitas
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(Explore extrapolando cemtidos)

Explicar?
Prefiro o explorar. (Abre mais;
deLimita menos
os cemtidos).
ConTemplar
também é uma forma de ação.
A interAção
vem
da idemtificação
(ou não)
manifestada em
comentários-protestos-elogios-sugestões
- nem sempre lógicos,
lógico -.
Plantem caminhos, raízes ou simplesmente pétalas.
E colham,
simplesmente
, isto
:
palavras.
(Re-age?)

plante a vida e colha palavras; eis o verbo do verbo.
um beijo
ps: o blog tá um show!
Gostei muito de ler.
Entre as vidas
As palavras
Sobretonam
As notas
São casos
De Amor
Em fases
De evolução
Ta otimo
Bicotas
Heitor de Pedra Azul
explorar é sempre melhor mesmo, beatriz. cheiro grande pra tu
Oi Beatriz, mito bom esse poema, me encantou de verdade, obrigado pela visita ao meu blog.
bjs
Flávio
Não explorarei o seu sentido.
Contemplo os seu versos
Como quem navega estrêlas cadentes.
Vejo faixos de luzes
Que não tem, necessariamente,
O interêsse de demarcar caminhos:
As estradas são livres.
No canto da bôca,
Uma palavra escapada de universos diferentes,
Fere notas entre o prazer e o aprazivel.
Num outro som,
A Vida se renova dentro do Ser.
Beijos
Heitor de Pedra Azul
Ah! Ja cheguei de Paris, estou em Troyes, uma cidade medieval mesmo.
31/11/06
ler para escrever, escrever para viver, viver para ler…
Certa de que aqui há muito do que é beleza sendo plantada.
Cultivar… mas nem sempre é lógico.
Lindo espaço, Bia.
O Focando é um site de múltipla gente. Vário.
O Palavra e Destino é outro espaço individual.
E o In Margens, se quiser esticar os olhos…
(www.palavraedestino.blogspot.com)
(www.leiluka.fotoblog.uol.com.br)
Bjos
Olá, pessoamigalinda, tudo é uma maravilhosa por aqui, adoravelmente encantador. Aproveitando, quero convidar você para comemorar comigo a minha nova home feita pela Mariza Lourenço com foto de Derinha Rocha. Eu adorei! Pois lá tem muitas novidades. E vou adorar receber sua visita e seu comentário. É só acessar: http://www.luizalbertomachado.com.br
Beijabrações, tataritaritatá e uma maravilhosa semana procê!!!!
http://www.luizalbertomachado.com.br
Maravilha! Vim seguindo as flores e colhi: inusitadas palavras.
AbraçoDasMInasGerais.
Deixe o teu comentario.
O livro nasce agora.
Tal bebê, ainda molhado,
Ele se evolui nos teus abraços,
Sugando dos teus seios
Palavras de Amor.
Divino é o Sol.
As letras são sinais
Para identificar os teus raios,
As tuas energias.
E nos voamos juntos
Neste infinito espaço
De espaços
A serem preenchidos
Por mais espaços.
Para nunca findar
Os nossos desencontros.
Assim nos estaremos
Sempre unidos.
Beijos
Heitor de Pedra Azul
http://www.publibook.com/boutique2006/auteur.php?auteur=10127
Eu me lembro deste caminho…
Por aqui passei férias agradaveis.
Lembro-me de mim
Tentando agarrar os teus segredos
Com as forças dos meus olhos.
De tão longe das minhas vontades
Tuas pernas me passaram
Lembranças
De encantos deliciosos,
Que procuro em tuas letras.
Embora houvera riscos,
Os rabiscos excitantes
Das tuas curvas
Me atrairam para ca.
Hoje penetro no teu escuro
Farejando um prazer ardente
Que nem as almas
Tiveram o privilégio
De sugar.
Beijos
Heitor de Pedra Azul
http://www.myspace.com/heitordepedrazul
Descobrindo, estou maravilhado com a descoberta, apenas com o receio de ter chegado tarde. Dos elogios eu partilho, e mais não digo (!), pois reservo-me o travo final do néctar que é esta poesia tão deliciosamente nova para mim.
Lua
Fresca essência
em lácteo espiral de verão,
derramou a Lua a sua luz errante.
Minúsculas gemas
salpicaram a erva,
e tornaram pálido o ar negro da noite.
Das ondas tomou o subtil compasso,
juntou amantes em abraço
e embalou todos os devaneios
Trémula,
flutuou ainda no mar de prata.
No escuro horizonte mergulhou
e esculpiu
uma vez mais
idílica passarela de mármore
por onde,
sonhando,
eu passo.
“Vivendo”
Algumas almas naufragam no percurso.
Outras seguem este caminho que não faço só.
São lindas e feias.
Gordas e magras.
Altas e baixas.
Estão aqui e oferecem-me o porte,
para nelas me apoiar
e
mais à frente
oferecer a minha vez de empurrar o mundo.
Seja eu lindo ou feio
gordo ou magro,
alto ou baixo.
E cumprirei o meu destino
de não mero passante
pelas águas da vida.
- J. Estrela
“Paraizando com as cores da vida”
Quero
Dos elementos
As formas
Para contigo meu sonho sonhar.
Peço
Ao vento
que me empreste a brisa
E
Do mar
Por onde meu sonho desliza
Quero nas ondas navegar
E o paraíso alcançar.
Peço ao sol
Que caminhos refaça
Amplos
Seguros
Abertos a quem passa.
Que seja
A Terra
O meu paraíso
E a sua energia
O meu alimento.
Pois de ti
Amor
Para lá destes muros
De saudade
E doce sofrimento
O que eu procuro é mais que o sorriso.
Quero a cor da tua voz
Juntando-se à chama azul do sol-posto
No suspiro das emoções
No soar de convicções
Por caminhos sem razão
Sem porquês
E sem siso.
Essa voz
Que libertará meu fogo
É Arco-íris em percurso de ida
Em cujo limite coloco meu pote.
É Sol fecundando a Terra
Prenhe de todas as cores
Cobrando
Por todos
Meu dote
De um paraíso aos nossos amores.
- J. Estrela
“As outras e tu”
Outras podiam ter dito
O que me disseste tu
Mas calaram.
Outras tanto disseram
Sem que contudo as ouvisse
O que tu calaste
O que eu pensei mas não disse
E ainda assim me tocaste
Em beijo
Suor
Em verso e desejo.
A outras vi desnudas
Insinuantes
Chamando-me a mim
Quando era a ti que meus olhos despiam
E teu corpo morno tocavam
Sob o matinal robe de cetim.
Outras me levaram
A tantos locais exóticos
Quando contigo eu iria
A qualquer lugar comum
Ou a qualquer lugar nenhum
Onde pudéssemos ser
Tu e eu
Só um.
Outras quiseram ficar
Quando só a ti pedi que não fosses.
Todas elas estão cá
Mas é de ti
Do meu amor
Que quero saber onde está.
……………
J. Estrela
“Amor Cativo”
Não sou prisioneiro
além de mim mesmo.
Nem do mar
sem fim
de infinita saudade
nem do azul
etéreo
que me devolve
soberbo
a esperança
eterna
de um amor sem vaidade.
Não sou preso
nem dos montes despidos
que circundam o amanhã
pois a minha alma voa
para além deste corpo,
que contê-la eu não posso
e retê-la
certamente
é querer que magoa.
Não sou refém
quando assim voa
minha alma liberta
e diz do meu sonho profano
e fala deste amor
que é humano
e não peca pelo simples querer.
Não há cárcere que me aprisione
enquanto não for o amar volitivo
mas puder
também ele
navegar
para além de todos os mares
sobre o infinito azul do céu
e p’ra lá da montanha nua
que o pôr do sol recorta
e em cada ocaso recorda
teu corpo despido
ao meu lado estendido
para mais uma noite de amor.
……………
J. Estrela
“Descanso”
O tempo roda
sem descanso
à volta do próprio tempo.
E o eixo em que ele avança,
mais que ser eixo,
é momento.
Instante que eu roubo ao tempo,
quando à noite me deito
e em prazer fugaz
descanso
e me deleito.
…………….
J. Estrela
Oi, Beatriz…
adorei seu espaço e seu tempo
sua palavra e sua entrepalavra…
(segundo Clarice, são as entrelinhas o que realmente importa, e você me faz entrever timidamente as entrelinhas… “contemplar é também um modo de ação”).
beijos