aos riscos…

Livro de Visitas

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(Explore extrapolando cemtidos)

Explicar?
Prefiro o explorar. (Abre mais;
deLimita menos
os cemtidos).

ConTemplar
também é uma forma de ação.

A interAção
vem
da idemtificação
(ou não)
manifestada em
comentários-protestos-elogios-sugestões

- nem sempre lógicos,

lógico -.

Plantem caminhos, raízes ou simplesmente pétalas.

E colham,
simplesmente
, isto
:
palavras.

(Re-age?)

Publicado on 22/10/2006 at 21:29 Comentários (20)

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20 Comentários Leave a comment.

  1. plante a vida e colha palavras; eis o verbo do verbo.

    um beijo

    ps: o blog tá um show!

  2. Gostei muito de ler.

  3. Entre as vidas
    As palavras
    Sobretonam
    As notas
    São casos
    De Amor
    Em fases
    De evolução
    Ta otimo
    Bicotas
    Heitor de Pedra Azul

  4. explorar é sempre melhor mesmo, beatriz. cheiro grande pra tu

  5. Oi Beatriz, mito bom esse poema, me encantou de verdade, obrigado pela visita ao meu blog.

    bjs
    Flávio

  6. Não explorarei o seu sentido.
    Contemplo os seu versos
    Como quem navega estrêlas cadentes.
    Vejo faixos de luzes
    Que não tem, necessariamente,
    O interêsse de demarcar caminhos:
    As estradas são livres.
    No canto da bôca,
    Uma palavra escapada de universos diferentes,
    Fere notas entre o prazer e o aprazivel.
    Num outro som,
    A Vida se renova dentro do Ser.
    Beijos
    Heitor de Pedra Azul
    Ah! Ja cheguei de Paris, estou em Troyes, uma cidade medieval mesmo.
    31/11/06

  7. ler para escrever, escrever para viver, viver para ler…

  8. Certa de que aqui há muito do que é beleza sendo plantada.
    Cultivar… mas nem sempre é lógico.
    Lindo espaço, Bia.
    O Focando é um site de múltipla gente. Vário.
    O Palavra e Destino é outro espaço individual.
    E o In Margens, se quiser esticar os olhos…
    (www.palavraedestino.blogspot.com)
    (www.leiluka.fotoblog.uol.com.br)
    Bjos

  9. Olá, pessoamigalinda, tudo é uma maravilhosa por aqui, adoravelmente encantador. Aproveitando, quero convidar você para comemorar comigo a minha nova home feita pela Mariza Lourenço com foto de Derinha Rocha. Eu adorei! Pois lá tem muitas novidades. E vou adorar receber sua visita e seu comentário. É só acessar: http://www.luizalbertomachado.com.br

    Beijabrações, tataritaritatá e uma maravilhosa semana procê!!!!
    http://www.luizalbertomachado.com.br

  10. Maravilha! Vim seguindo as flores e colhi: inusitadas palavras.
    AbraçoDasMInasGerais.

  11. Deixe o teu comentario.
    O livro nasce agora.
    Tal bebê, ainda molhado,
    Ele se evolui nos teus abraços,
    Sugando dos teus seios
    Palavras de Amor.
    Divino é o Sol.
    As letras são sinais
    Para identificar os teus raios,
    As tuas energias.
    E nos voamos juntos
    Neste infinito espaço
    De espaços
    A serem preenchidos
    Por mais espaços.
    Para nunca findar
    Os nossos desencontros.
    Assim nos estaremos
    Sempre unidos.
    Beijos
    Heitor de Pedra Azul
    http://www.publibook.com/boutique2006/auteur.php?auteur=10127

  12. Eu me lembro deste caminho…
    Por aqui passei férias agradaveis.
    Lembro-me de mim
    Tentando agarrar os teus segredos
    Com as forças dos meus olhos.
    De tão longe das minhas vontades
    Tuas pernas me passaram
    Lembranças
    De encantos deliciosos,
    Que procuro em tuas letras.
    Embora houvera riscos,
    Os rabiscos excitantes
    Das tuas curvas
    Me atrairam para ca.
    Hoje penetro no teu escuro
    Farejando um prazer ardente
    Que nem as almas
    Tiveram o privilégio
    De sugar.
    Beijos
    Heitor de Pedra Azul
    http://www.myspace.com/heitordepedrazul

  13. Descobrindo, estou maravilhado com a descoberta, apenas com o receio de ter chegado tarde. Dos elogios eu partilho, e mais não digo (!), pois reservo-me o travo final do néctar que é esta poesia tão deliciosamente nova para mim.

  14. Lua

    Fresca essência
    em lácteo espiral de verão,
    derramou a Lua a sua luz errante.

    Minúsculas gemas
    salpicaram a erva,
    e tornaram pálido o ar negro da noite.
    Das ondas tomou o subtil compasso,
    juntou amantes em abraço
    e embalou todos os devaneios

    Trémula,
    flutuou ainda no mar de prata.
    No escuro horizonte mergulhou
    e esculpiu
    uma vez mais
    idílica passarela de mármore
    por onde,
    sonhando,
    eu passo.

  15. “Vivendo”

    Algumas almas naufragam no percurso.
    Outras seguem este caminho que não faço só.
    São lindas e feias.
    Gordas e magras.
    Altas e baixas.
    Estão aqui e oferecem-me o porte,
    para nelas me apoiar
    e
    mais à frente
    oferecer a minha vez de empurrar o mundo.
    Seja eu lindo ou feio
    gordo ou magro,
    alto ou baixo.
    E cumprirei o meu destino
    de não mero passante
    pelas águas da vida.

    - J. Estrela

  16. “Paraizando com as cores da vida”

    Quero
    Dos elementos
    As formas
    Para contigo meu sonho sonhar.
    Peço
    Ao vento
    que me empreste a brisa
    E
    Do mar
    Por onde meu sonho desliza
    Quero nas ondas navegar
    E o paraíso alcançar.

    Peço ao sol
    Que caminhos refaça
    Amplos
    Seguros
    Abertos a quem passa.

    Que seja
    A Terra
    O meu paraíso
    E a sua energia
    O meu alimento.
    Pois de ti
    Amor
    Para lá destes muros
    De saudade
    E doce sofrimento
    O que eu procuro é mais que o sorriso.

    Quero a cor da tua voz
    Juntando-se à chama azul do sol-posto
    No suspiro das emoções
    No soar de convicções
    Por caminhos sem razão
    Sem porquês
    E sem siso.

    Essa voz
    Que libertará meu fogo
    É Arco-íris em percurso de ida
    Em cujo limite coloco meu pote.
    É Sol fecundando a Terra
    Prenhe de todas as cores
    Cobrando
    Por todos
    Meu dote
    De um paraíso aos nossos amores.

    - J. Estrela

  17. “As outras e tu”

    Outras podiam ter dito
    O que me disseste tu
    Mas calaram.
    Outras tanto disseram
    Sem que contudo as ouvisse
    O que tu calaste
    O que eu pensei mas não disse
    E ainda assim me tocaste
    Em beijo
    Suor
    Em verso e desejo.

    A outras vi desnudas
    Insinuantes
    Chamando-me a mim
    Quando era a ti que meus olhos despiam
    E teu corpo morno tocavam
    Sob o matinal robe de cetim.

    Outras me levaram
    A tantos locais exóticos
    Quando contigo eu iria
    A qualquer lugar comum
    Ou a qualquer lugar nenhum
    Onde pudéssemos ser
    Tu e eu
    Só um.

    Outras quiseram ficar
    Quando só a ti pedi que não fosses.
    Todas elas estão cá
    Mas é de ti
    Do meu amor
    Que quero saber onde está.
    ……………
    J. Estrela

  18. “Amor Cativo”

    Não sou prisioneiro
    além de mim mesmo.

    Nem do mar
    sem fim
    de infinita saudade
    nem do azul
    etéreo
    que me devolve
    soberbo
    a esperança
    eterna
    de um amor sem vaidade.

    Não sou preso
    nem dos montes despidos
    que circundam o amanhã
    pois a minha alma voa
    para além deste corpo,
    que contê-la eu não posso
    e retê-la
    certamente
    é querer que magoa.

    Não sou refém
    quando assim voa
    minha alma liberta
    e diz do meu sonho profano
    e fala deste amor
    que é humano
    e não peca pelo simples querer.

    Não há cárcere que me aprisione
    enquanto não for o amar volitivo
    mas puder
    também ele
    navegar
    para além de todos os mares
    sobre o infinito azul do céu
    e p’ra lá da montanha nua
    que o pôr do sol recorta
    e em cada ocaso recorda
    teu corpo despido
    ao meu lado estendido
    para mais uma noite de amor.
    ……………
    J. Estrela

  19. “Descanso”

    O tempo roda
    sem descanso
    à volta do próprio tempo.
    E o eixo em que ele avança,
    mais que ser eixo,
    é momento.
    Instante que eu roubo ao tempo,
    quando à noite me deito
    e em prazer fugaz
    descanso
    e me deleito.
    …………….
    J. Estrela

  20. Oi, Beatriz…

    adorei seu espaço e seu tempo
    sua palavra e sua entrepalavra…

    (segundo Clarice, são as entrelinhas o que realmente importa, e você me faz entrever timidamente as entrelinhas… “contemplar é também um modo de ação”).

    beijos


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