
– Um Gole de Baco (parte 1)
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Foi o que eles disseram: que não valia a pena ficar olhando assim… tão devagarmente para aqueles olhos castanhos. Sabe aqueles olhinhos pequenitos que tu me deste? Ainda estão aqui. Não quebraram, não. E guardei, como a mais fina flor deveras merece ser tratada: num pote de vidro, sem água, oxigênio, sem nada. Guardei assim: sem colírios, sem sombras, sem lágrimas. Para que morram assim: secos, somente para os olhos meus.
– Um Gole de Baco (parte 2)
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Eu vou desconsiderar aquela carta que você escreveu para mim. Por tantos motivos que me forem possíveis. Primeiro: você não ma mandou; segundo: eu não a li; terceiro: ela nunca existiu fora do papel no âmbito do teu quarto e quarto: eu não quero lembrar que deveria te esquecer.Então, entenda de uma vez por todas: esquece esta história de esquecimento, porque o que ficou na pele, papel nenhum pode apagar.
– Um Gole de Baco (parte 3)
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Eu sei. Agora você vai me dizer que o amor voltou à moda; que é preciso se entregar. Viver. Sentir.Querido, de boca seca eu respondo: não percebeu que tenho estilo próprio?!

Já esou por aqui novamente, linda, por este encantador espaço apaixonante.
Beijabrações
http://www.luizalbertomachado.com
bunito! bunito!
beijos, gi
Tá belo o seu blogue Beatriz! Vou vasculhar agora e com calma todos os recantos. Beijomeu.